Já falamos da virtualização do ambiente de trabalho e essa profecia está cada vez mais certa. Um estado iminente. Não há voltas.
Grandes corporações se preparam para o ingresso neste curso. A chamada “Cloud Computing”, ou seja, computação em nuvens numa tradução livre.
A Google apresentou o seu Wave (Onda) e a Microsoft registrou o nome “Kumo” (Nuvem), agora é só aguardar para conhecermos a nova era da web. Trabalho, relacionamento e diversão tudo em um mesmo canal, numa única página editada por você, a dispor do mundo on-line.
Será necessário muita paciência, empreendedorismo para a aplicação dessas ferramentas que prometem mudar a forma com que muitos hoje se relacionam na rede, dinamismo para acompanhar as tendências que farão toda a diferença e coragem para superar o convencional.
E aí encontramos a grande dificuldade.
Os meios estão cada vez mais convergidos na internet mas empresas de comunicação, muitas por sinal, relutam em entender, em aceitar a importância da web na vida do público. Algumas agências de publicidade por exemplo, desconhecem a potência dos ambientes virtuais para se realizar uma ótima campanha viral, pois até pouco tempo viviam pelo amor ao antigo e velho banner, redundante assim mesmo.
Hoje, após muitos especialistas cometarem a força das redes sociais e os anúncios de vagas de emprego para conhecedores de SEO e monitores de blogs, talvez o mercado engrene. Para tal não faltam governos, estatais e empresas privadas correndo atrás da opinião dos internautas sobre suas companhias, ou mesmo a avaliação de seus produtos e serviços. Criaram perfis dentro das redes sociais mais famosas, pagam profissionais para postar as novidades e responder os recados. Sem a bobagem de dizer que a área é dominada pela classe A ou B… as lans existem para contradizer e aproximar os consumidores C e D também dessa rede, e é o que tem ocorrido. Todo mundo participando fervorosamente.
Exemplos acima, vamos aqui comentar que neste ambiente tem que se pensar de outra forma, não mais se preocupando com o valor da conta de cada cliente a anunciar, ou a porcentagem sobre o veiculo que a agência tem direito, ou melhor, não vale achar que o usuário da internet não tem conhecimento sobre informações, pois eles não são mais passíveis, e sim, escolhem o que desejam ler, ver e ouvir conforme seus gostos e necessidades.
Tudo muda e precisamos estar atentos a isso. A criatividade será cobrada por todos, a praticidade será avaliada e a complementaridade exigida. Não se transmuta ferramentas de sucesso a bel-prazer, se faz devido a uma forte necessidade de ajuste social, ambiental e de responsabilidade. Assim torcemos para que todos sigam em frente, sem medo, se espelhando nos poucos corajosos que deram seus esforços a um sucesso que começam a colher hoje.
Já falamos da virtualização do ambiente de trabalho e essa profecia está cada vez mais certa. Um estado iminente. Não há voltas.
Grandes corporações se preparam para o ingresso neste curso. A chamada “Cloud Computing”, ou seja, computação em nuvens numa tradução livre.
A Google apresentou o seu Wave (Onda) e a Microsoft registrou o nome “Kumo” (Nuvem), agora é só aguardar para conhecermos a nova era da web. Trabalho, relacionamento e diversão tudo em um mesmo canal, numa única página editada por você, a dispor do mundo on-line.
Será necessário muita paciência, empreendedorismo para a aplicação dessas ferramentas que prometem mudar a forma com que muitos hoje se relacionam na rede, dinamismo para acompanhar as tendências que farão toda a diferença e coragem para superar o convencional.
E aí encontramos a grande dificuldade.
Os meios estão cada vez mais convergidos na internet mas empresas de comunicação, muitas por sinal, relutam em entender, em aceitar a importância da web na vida do público. Algumas agências de publicidade por exemplo, desconhecem a potência dos ambientes virtuais para se realizar uma ótima campanha viral, pois até pouco tempo viviam pelo amor ao antigo e velho banner, redundante assim mesmo.
Hoje, após muitos especialistas cometarem a força das redes sociais e os anúncios de vagas de emprego para conhecedores de SEO e monitores de blogs, talvez o mercado engrene. Para tal não faltam governos, estatais e empresas privadas correndo atrás da opinião dos internautas sobre suas companhias, ou mesmo a avaliação de seus produtos e serviços. Criaram perfis dentro das redes sociais mais famosas, pagam profissionais para postar as novidades e responder os recados. Sem a bobagem de dizer que a área é dominada pela classe A ou B… as lans existem para contradizer e aproximar os consumidores C e D também dessa rede, e é o que tem ocorrido. Todo mundo participando fervorosamente.
Exemplos acima, vamos aqui comentar que neste ambiente tem que se pensar de outra forma, não mais se preocupando com o valor da conta de cada cliente a anunciar, ou a porcentagem sobre o veiculo que a agência tem direito, ou melhor, não vale achar que o usuário da internet não tem conhecimento sobre informações, pois eles não são mais passíveis, e sim, escolhem o que desejam ler, ver e ouvir conforme seus gostos e necessidades.
Tudo muda e precisamos estar atentos a isso. A criatividade será cobrada por todos, a praticidade será avaliada e a complementaridade exigida. Não se transmuta ferramentas de sucesso a bel-prazer, se faz devido a uma forte necessidade de ajuste social, ambiental e de responsabilidade. Assim torcemos para que todos sigam em frente, sem medo, se espelhando nos poucos corajosos que deram seus esforços a um sucesso que começam a colher hoje.